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Startups não podem ter preconceito com a tecnologia, dizem especialistas

Edição: 01/2014

As startups, assim como as empresas grandes, devem usar – e abusar – de tecnologias que ajudem na tomada de decisão e que automatizem os processos do dia a dia. Só assim elas terão agilidade para crescer, criar estratégias e enfrentar até grandes corporações.

Essa foi a opinião de três especialistas - Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, Pedro Chiamulera, fundador da ClearSale e Ralph Oliveira, solution manager da SAP – que participaram da primeira edição do Start it Up, evento de inovação promovido por Pequenas Empresas & Grandes Negócios em São Paulo.




De acordo com os especialistas, o mercado hoje tem uma diversa gama de soluções – e com preços competitivos - para pequenos negócios, desde sistemas de gestão para controlar processos burocráticos, como o cálculo de imposto, a modernos softwares de Big Data que podem indicar o que os clientes querem.

Apesar da oferta, o setor de tecnologia sofre para alcançar as pequenas e médias empresas do Brasil. Segundo Oliveira, muitos empreendedores ainda têm preconceito com a tecnologia. “Muitas pequenas empresas ainda são adeptas do papel. E, por isso, perdem produtividade, mercado e sofrem para fazer estratégias mais acertadas”, diz.

Há uma razão para isso, diz Chiamulera. Muitos empreendedores brasileiros acreditam que para adotar uma tecnologia na empresa precisam, além de gastar muito dinheiro, empregar engenheiros ou especialistas – e, em alguns casos, até fabricar a própria solução. “É uma impressão errada. E isso acontece por causa da característica conservadora que o empresariado brasileiro tem”, afirma.

Segundo os especialistas, os novos empreendedores têm que deixar de lado esse “vício”. Uma das estratégias é ficar de olho no que as empresas de tecnologia fazem. “O ideal é que o empreendedor de hoje em dia reserve, na agenda, um tempo para estudar as tecnologias de mercado que possam ajudar no negócio. E deve fazer disso uma tarefa importante do dia a dia”, diz Chiamulera.

A tecnologia é importante, diz Saboya, mas ela deve ser comprada com cuidado. O empreendedor, antes de adotar uma solução, deve estudar o seu modelo de negócio e verificar se o software que deseja comprar atende seus anseios. “Senão, o investimento pode se tornar um prejuízo”.

Fonte
Pequenas Empresas & Grandes Negócios

 

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