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Aplicativos de mensagens chamam atenção das gigantes de tecnologia

Edição: 03/2014

A gigante japonesa do e-commerce Rakuten anunciou, nesta quinta-feira 14, que adquiriu o aplicativo de troca de mensagens Viber por US$ 900 milhões. A plataforma, que estava expandindo seus mercados de atuação e tinha chegado ao Brasil recentemente, conta com 300 milhões de usuários inscritos e, segundo a Rakuten, completa a estratégia de internet da empresa.

Plataformas como o Viber, Whatsapp e Snapchat, que permitem a comunicação entre os usuários de aparelhos móveis, são as atuais vedetes do mercado de tecnologia. Praticamente todo o dono de smartphone tem um aplicativo com esta finalidade instalado em seu aparelho, fazendo com que eles tenham um grande número de usuários.



Essa massa é que chama a atenção das grandes empresas. O Snapchat é muito famoso entre os adolescentes, fatia de mercado que é considerada a fraqueza do Facebook. Com isto em mente, Mark Zuckerberg fez uma proposta de US$ 3 bilhões pela plataforma. Soma que foi surpreendentemente rejeitada pelo CEO e cofundador, Evan Spiegel.

O Whatsapp é segunda mais utilizada plataforma de troca de mensagens e é muito famosa em mercados chave como os Estados Unidos e em emergentes como o Brasil. A plataforma acaba de ser comprada pelo Facebook por mais de 16 bilhões de dólares.

Quando não conseguem adquirir suas ferramentas de mensagens, os grandes tentam desenvolver suas próprias soluções. O Google tenta turbinar o uso do Hangout, a Microsoft quer aumentar o faturamento e o número de usuários do Skype.

O Blackberry também entrou na onda e, na última terça-feira, tornou aplicativo de troca de mensagens BBM - um dos pioneiros deste tipo de serviço - em uma rede social que traz diversas opções de comunicação.

Eles têm um grande número de usuários, mas os aplicativos de mensagens também têm outro ponto em comum: nenhum deles consegue faturar alto. Excluindo as plataformas de mensagens asiáticas, que usam a venda jogos e quinquilharias digitais para faturar, os ocidentais Viber, Whatsapp, Snapchat e afins tem pequeno faturamento e modelo de negócio indefinido.
Esse fato, contudo, não parece incomodar os gigantes da tecnologia. Que enxergam nessas ferramentas uma maneira de aumentar sua frequência de uso.

Fonte
Istoé Dinheiro

 

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