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A difícil arte de tomar decisões

Edição: 09/2014

Vários são os motivos que nos levam a nos sentirmos desta maneira e podemos listar alguns deles:



Experiências adquiridas – Já vimos muitas pessoas consideradas excelentes líderes que tomaram decisões erradas e tiveram algum tipo de dano. Ou mesmo nós já tivemos experiências com resultados no mínimo ruins ou pífios;

Sensação da falta de todas as informações necessárias – Quanto maior a complexidade ou maior o número de variáveis envolvidas na decisão, mais incomodados nos sentimos. Isto se dá porque sabemos que decisões tomadas em outros momentos para situações parecidas já não garantem o acerto das decisões, porque o ambiente mudou, porque a tecnologia mudou, as pessoas mudaram, o consumidor mudou. Ao mesmo tempo em que somos “plurais” somos também “únicos”. De repente tudo ficou relativo. O padrão anterior não serve mais como parâmetro.

Histórico Emocional –
Como dizem os especialistas, nosso cérebro armazena as emoções das experiências vivenciadas, tanto aquelas que foram muito bem sucedidas quanto aquelas que nos causaram algum tipo de sofrimento.

O fato concreto é que a todo o momento temos que tomar decisões e nem sempre elas serão assertivas. O que pode ser feito é diminuir os riscos tomando alguns cuidados.

O acerto do passado não garante o sucesso futuro – Nunca tome decisões em situações complexas baseadas somente na experiência adquirida. Fazer analogia com o passado nem sempre é bom. Isto se materializa com discursos parecidos com “Meu pai fazia assim” ou “tudo que construí foi decidido assim”.

Evite o Prejulgamento – Busque fazer perguntas chaves para evitar o prejulgamento e até os pré-conceitos. Busque ter o máximo de informações sobre a situação que está vivenciando se de fato é uma oportunidade ou uma ameaça, o grau de importância e relevância.

Opções – Formule as opções de forma clara os objetivos e os critérios. Lembro-me de um empreendedor que resolveu “desapegar” do controle majoritário da empresa porque preferiu ter 10 % do capital de uma empresa que faturava 10 milhões de reais do que ter 100% do capital de uma empresa que fatura 1 milhão de reais. Perguntas tais como as listadas abaixo podem diminuir e muito no momento de tomada de decisões.

Qual será a futura lucratividade?
Qual será a reação dos clientes?
Qual será a reação dos sócios?
Qual será a reação da equipe?
Como os concorrentes reagirão?
Qual será o impacto na empresa?

Não misture aspectos emocionais – Não confunda autoconfiança com arrogância. Já ouvi muitos líderes dizendo: “Somos os melhores, portanto se fizermos desta maneira, eles farão do jeito que queremos”, ou se “Não fizermos quem fará?”.

Outro aspecto emocional está relacionado ao apego às coisas e as pessoas. Neste ponto, a propaganda que está nas mídias têm feito uma ação relevante no sentido de demonstrar a importância da análise daquilo que está ou não agregando valor ao processo. O emocional na medida do possível deve ser deixado de lado no momento decisório.

Controle e Monitoramento – Se você chegar a conclusão que os dados e informações não te dão segurança na tomada de decisão crie um processo para controlar e monitorar o andamento das coisas.

O fato de tomar estes e outros cuidados não garante que as decisões tomadas sejam as mais eficazes, mas com certeza reduzirá e muito os riscos e terá a possibilidade de resultados mais significativos.

Fonte
Blogs SEBRAE/PR 

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Comentários (1)

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Olá Thiago, bom dia!

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