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Startups para Educação e Educação para Startups

Edição: 11/2014

Atualmente multiplicam-se pelo país e pelo mundo os apoios ao surgimento de Startups de uma forma geral e na educação não é diferente. As pessoas buscam adquirir conhecimentos de forma mais rápida, prazerosa, mais barata, mais tecnológica, mais aplicada.



Por outro lado, recentemente também foram divulgados os resultados e metas do índice de Desenvolvimento da Educação Básica no país (http://ideb.inep.gov.br/) e neste caso há muita preocupação já que internamente tanto no ensino básico quanto o ensino médio as coisas não vão tão bem assim.

Para comprometer estes dados, pela primeira vez as escolas privadas também tiveram seus desempenhos avaliados abaixo do esperado.

É claro que em momentos eleitorais a ênfase dada pela mídia foi para a escola pública, mas os dados revelam que há problemas estruturais, conjunturais e sistêmicos na educação. Tanto a escola publica quanto a escola privada estão passando dificuldades. As nossas crianças e jovens tem muita dificuldade com a língua portuguesa e matemática.

O que a matemática tem a ver com as empresas Startups?

Bom, dizem que Napoleão Bonaparte fez o seguinte comentário:

“O progresso de um povo depende do desenvolvimento da cultura da matemática”.

O que ele quis dizer com isto?

Provavelmente, porque a matemática seja a ciência básica em muitas áreas do conhecimento, tais como engenharia, medicina, física, química, biologia, e ciências sociais e econômicas.

Talvez, porque a matemática por ser uma ciência que ensina as pessoas a raciocinarem de maneira lógica e nos aguça a inteligência na busca de resolver e enfrentar desafios e estimula a criatividade, o pensamento.

Jogos com números ou similares, como por exemplo, o Sudoku, são utilizados em tratamento da doença do mal do Alzheimer, porque ajuda a desenvolver a concentração, a memória.

O que tem a ver as empresas startups com a educação e a educação para startups?

A expectativa é que as empresas startups desenvolvam tecnologias e modelos educacionais que ampliem a capacidade de aquisição de conhecimentos dos nossos jovens que sejam modelos atraentes, que a matemática não seja um motivo de fuga dos nossos colégios. Que as metodologias e tecnologias aproximem educadores e alunos.

O risco que temos se os nossos desempenhos continuarem baixo, é não termos não só empresas startups, mas qualquer outro tipo de atividade com alto conhecimento e valor agregado. O conhecimento ficará a mercê do conhecimento externo, ou de uma minoria, as diferenças sociais continuarão ou poderão se acentuar ainda mais.

Como disse Paulo Freire – “A educação não transforma o mundo, muda as pessoas. As pessoas transformam o mundo”.

Estamos mais do que atrasados no que tange a educação.

A educação não é só responsabilidade dos políticos, mas de todos. Educação é cidadania e portanto começa em casa.

Por Agnaldo Gerson Castanharo

Fonte
Blogs SEBRAE/PR 

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Comentários (1)

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priorizar á educação é fato, tem que criar raizes,espandir esse movimento! já
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 Ólá Leonides! Excelente comentário! Uma ótima semana para você! :)

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