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Esteja alerta: pedido de cliente pode ser oportunidade de negócio

Edição: 11/2014

Tarde demais para serem aproveitadas plenamente por nossa agressividade empreendedora.



Talvez as oportunidades respeitem o que o apóstolo Tiago define como nossa vida, no capítulo 4, versículo 14: "Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece."

Daí a gente só conseguir aprender a valorizar as oportunidades depois de vê-las na vitrine do outro lado da rua, em um site concorrente ou materializadas num produto que poderia levar nossa marca.

Até o empreendedor desenvolver uma espécie de sexto sentido, que combinaria um estado de alerta com um de serenidade, que o faria concentrar a atenção, ao perceber os vapores que emanam das vontades ainda não contempladas da clientela do seu entorno.

São sinais sutis que chegam às vezes com uma reclamação, um pedido fora de hora, uma dúvida sem resposta imediata. Oportunidades que aparecem por um pouco e que logo em seguida se desvanecem.

Mas que, ao empreendedor suficientemente atento e ao mesmo tempo com a serenidade no ponto certo de dedicar energia para satisfazer as necessidades de seus clientes, poderá ser o fio da meada de uma oportunidade.

Bastará, então, seguir o veio da reclamação, do pedido ou da dúvida até localizar a resposta que se transformará, acreditamos, na solução daquela interação com o cliente. E que ao ser generalizada, poderá se materializar no serviço, no produto ou na solução que o mercado ainda não percebeu.

Mas é importante lembrar, as oportunidades exigem que eliminemos os ruídos, as agendas malucas e nos mantenhamos minimamente distanciados para valorizá-las a tempo.

E que sejamos suficientemente ágeis para protegê-las como fossem as chamas instáveis que tentamos transformar numa fogueira num dia frio e chuvoso, numa floresta encharcada.

Porque apesar de as oportunidades nos visitarem quase que ao mesmo tempo que aos nossos concorrentes, não se apresentam de maneira explícitas. Requerem uma percepção que as situem em processos produtivos ou em novos acordos com a cadeia produtiva.

Chegam e se desvanecem sem regras, sem rótulos, e tendem a premiar os empreendedores com almas infantis, cheios de curiosidade e sempre dispostos a satisfazer sua clientela.

Marco Roza é diretor da Agência Consumidor Popular e estrategista de novos negócios

Fonte
UOL Economia

 

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Comentários (1)

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Concordo plenamente....
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 Olá Nelson. Obrigada por comentar! Aproveite também para conhecer o nosso Blog: www.sebraepr.com.br/blog. Boa leitura e uma excelente semana para você

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