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Criatividade é o caminho para o pequeno negócio que atua com academias

Edição: 12/2014

Como foi dito pelo especialista Waldyr Soares, presidente da Fitness Brasil e representante brasileiro da IHRSA, “o mercado de academias hoje é negócio de gente grande”. Mas isso não significa que as portas para o setor estão fechadas para o pequeno investidor. Com a aposta na segmentação e a atenção a nichos ainda não atendidos pelas redes, há casos de empreendedores que não só se consolidam como também embolsam um bom dinheiro na área.



A personal trainer Juliana Calheiros é um caso típico de quem encontrou espaço vazio em meio à concorrência pesada. Há 11 anos ela se especializou em condicionar fisicamente gestantes e, depois do parto, auxiliar no emagrecimento das mães. Sem investir em um espaço físico para o negócio, ela montou a Materna Fit, empresa que terceiriza profissionais e vai até a residência da cliente para aplicar os treinamentos funcionais.

“A gente não precisa de equipamentos, usamos o que temos por perto, uma toalha, uma bola. É um treinamento dinâmico e individualizado para cada mulher”, conta a educadora física que embolsa, por mês, R$ 23 mil. “Eu trabalho de segunda a segunda e só não ganho mais porque me faltam recursos administrativos. Mas a demanda é altíssima”, conta.

Quem também não pode reclamar da vida é o médico ortopedista Benjamin Apter. Há dez anos ele se associou a dois colegas de profissão e montou a primeira unidade da B-Active, academia especializada em idosos. Hoje são duas unidades próprias e quatro franqueadas. Segundo o empresário, a marca não enfrenta a maior parte dos problemas do setor, como a baixa taxa de fidelização do cliente.

“Por sermos médicos, acompanhamos de perto as necessidades dos nossos pacientes. Percebíamos que parte deles voltava pior ao consultório quando era recomendada a atividade física como tratamento”, conta Apter.

Sem pressa, e com investimento inicial de R$ 250 mil, eles ergueram a primeira unidade, desenvolvendo todos os equipamentos da academia, ajustados às necessidades especiais dos usuários.

“Nosso cliente não admite erros, busca resultados”, conta o empresário, que cobra mensalidades de R$ 390 e que podem chegar a R$ 2,5 mil. “Oferecemos desde exercícios até uma clínica de fisioterapia e vamos inaugurar uma de estética.”

Fonte
Estadão PME

 

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