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Saiba satisfazer necessidades para transformar relacionamentos em ganhos

Edição: 03/2015

O empreendedor novato corre o sério risco de esquecer que na raiz de cada centavo de ganho existe um relacionamento humano.

A frase acima, como você deve ter notado, foi construída em cima de uma frase batida do escritor Rui Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."



Ter consciência de que empreender é transformar relacionamento humano em ganhos faz uma tremenda diferença na hora em que nos jogamos no vazio, com todas as nossas reservas e assumimos a reinvenção da nossa própria sobrevivência ao abrir uma empresa com CNPJ, aluguel, impostos e salários.
E basta um pouquinho de dedicação para descobrirmos a validade de outra frase manjadíssima, essa de Karl Marx: "Ser radical é tomar as coisas pela raiz. Mas, para o homem, a raiz é o próprio homem."

A frase não é tão popular quanto a de Rui Barbosa, mas confirma nossa tese de que, ao aprofundar a garimpagem dos ganhos de nossa empresa, teremos mais chances de nos dar bem se nos conscientizarmos que na raiz de todos os ganhos estão as necessidades humanas.

Facilitaremos mais ainda nossa sobrevivência se, em vez de nos concentrarmos apenas no lado visível, lucros, carrões, egos inflamados, como nos induzem as histórias mal contadas de sucesso empresarial, mantermos nossa preocupação em satisfazer gente, com suas múltiplas e infinitas combinações que ampliarão a sustentação de nossa empresa.

Quando acreditamos que as necessidades das pessoas é a matriz de todos os empreendimentos, focamos nas suas expectativas, vontades, desejos. E ao conseguir atendê-las multiplicamos a cada contato nossa clientela.

É daí que surge a mágica do sucesso empresarial, que afoitamente se registram apenas por balanços frios. E que muitos empresários preferem traduzir através dos penduricalhos que colocam em seus egos.

Penduricalhos e explicações superficiais que distorcem a visão dos aprendizes de empreendedorismo e os levam a pensar, ingenuamente, que apenas o lucro, os bens materiais e os egos triunfantes confirmam o sucesso de uma empresa.

Se você está pensando em abrir sua empresa ou ampliá-la, ou mesmo recuperá-la de uma fase ruim, talvez seja a hora de voltar sua atenção para as pessoas ao seu redor.

São sempre potenciais clientes, generosos a ponto de contar para você o que querem. Desde que você esteja disposto a ouvi-los com carinho e providenciar o que lhe pedem.

Marco Roza é diretor da Agência Consumidor Popular e estrategista de novos negócios

Fonte
UOL Economia

 

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Comentários (1)

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boa tarde,achei show essa matéria estaõ de parabéns
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 Olá Cristiano, Bom dia!

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