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Teste a ideia de negócio com baixo investimento antes de abrir a empresa

Edição: 09/2015

A resposta depende da combinação de vários fatores como capital disponível, pessoal qualificado, equipamentos necessários (espaço físico, móveis, carros), a cristalização da certeza no projeto, que se vincula às nuances do mercado e, especialmente, do tempo de retorno do capital investido.



O ideal seria só começar uma empresa quando tivéssemos garantida uma encomenda que nos reponha pelo menos os custos fixos e os salários do mês.
Mas como fazer no caso de uma empresa de serviços? Tanto quanto a publicidade em torno dos serviços prestados, devemos levar em consideração o tempo de percepção dos consumidores em relação à qualidade dos serviços oferecidos e o custo/benefício em relação aos concorrentes.

Se esperar demais para abrir uma empresa, a oportunidade escapa. Se acelerar a abertura, podemos sair para o combate sem o preparo necessário e sem ter nosso exército devidamente preparado.

O que fazer então?
Talvez o ideal seria sonhar com a empresa na sua grandeza, mas abri-la em fases experimentais, com baixíssimo investimento e pequena escala. E isso vale tanto para uma empresa de serviços como para uma distribuidora ou produtora de mercadorias ou bens.

Ao testarmos a empresa (que será grande) na sua humildade inicial, ocupando uma salinha discreta, com um ou dois profissionais, repetiremos as tradicionais histórias mundiais de sucesso, quando nos contam que a Cacau Show, a HP, a Microsoft e a Apple tiveram seu início nas garagens da família.
O empreendedor que conseguir segurar os impulsos de lançar de uma vez só sua empresa poderá fazer ajustes finos ao longo dos meses e anos. Haja sangue frio.

Enfrentará, claro, pressões gravíssimas se for bem-sucedido. E correrá o risco de dar passos maiores que as pernas. Ao mesmo tempo, seu projeto pode estagnar por falta de agressividade, ao cair num cotidiano de baixos ganhos com poucos riscos.

De novo vem a pergunta: o que fazer?
É reconhecermos que uma empresa se trata de uma organização no tempo, que exigirá de seu principal empreendedor a arte de harmonizar a sequência dos vários fatores que sustentarão seu funcionamento.

Mas para essa arte gerencial funcionar é importantíssimo o fator sorte, que só se manifesta, segundo os sábios populares, para quem estiver preparado para aproveitá-la.

O que nos remete para o início das nossas indagações: só tem chance de crescer a empresa que já tiver sido aberta.

MARCO ROZA
Marco Roza é diretor da Agência Consumidor Popular e estrategista de novos negócios


Fonte
UOL Economia

 

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