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Queda nas importações

Edição: 12/2015

Na segunda semana de novembro de 2015, a balança comercial registrou superávit de US$ 1 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 3,900 bilhões e importações de US$ 2,890 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 6,898 bilhões e as importações, US$ 5,744 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,154 bilhão. No ano, as exportações totalizam US$ 167,443 bilhões e as importações, US$ 154,044 bilhões, com saldo positivo de US$ 13,399 bilhões.

Nas importações, a média diária até a 2ª semana de novembro/2015, de US$ 638,2 milhões, ficou 29,4% abaixo da média de novembro/2014 (US$ 903,6 milhões). Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-58,6%), adubos e fertilizantes (-57,3%), veículos automóveis e partes (-35,3%), aparelhos eletroeletrônicos (-33,3%), siderúrgicos (-31,7%) e equipamentos mecânicos (-21,5%). Ante outubro/2015, houve retração de 4,6%, pelas quedas em combustíveis e lubrificantes (-39,5%), adubos e fertilizantes (-33,3%) e químicos orgânicos/inorgânicos (-3,7%).

A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 780,0 milhões, 4,1% acima da média de US$ 749,5 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de básicos (+9,4%, de US$ 323,1 milhões para US$ 353,5 milhões, por conta de farelo de soja, petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, fumo em folhas, algodão em bruto e carne de frango) e de produtos manufaturados (+1,7%, de US$ 300,1 milhões para US$ 305,1 milhões, em razão, principalmente, de suco de laranja não congelado, óxidos e hidróxidos de alumínio, tubos flexíveis de ferro/aço, pneumáticos, aviões, veículos de carga e óleos combustíveis). Por outro lado, decresceram as vendas de semimanufaturados (-13,7%, de US$ 113,4 milhões para US$ 97,9 milhões, em razão de semimanufaturados de ferro ou aço, ferro fundido, ferro-ligas, couros e peles, açúcar em bruto e ouro em forma semimanufaturada).

Do lado das importações, apontou-se retração de 19,0%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 578,0 milhões/média da 1ª semana, US$ 713,4 milhões), explicada, principalmente, pela queda nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos, plásticos e obras, instrumentos de ótica e precisão.

Nos mercados já sentimos o aumento do dólar nos produtos importados, em época de Natal, é sempre farta a oferta de castanhas, panetones, vinhos e espumantes, mas o brasileiro tende a reduzir esses gastos e optar por produtos nacionais mais em conta!

Fonte: Denise Wellner

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