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Uma em cada 3 pessoas não confia em seu empregador, diz pesquisa

Edição: 05/2016

O Senso comum diz que, em um ambiente de trabalho, é preciso ter confiança na relação entre funcionário e chefe. No entanto, uma nova pesquisa mostrou que isso não é o que realmente acontece. O “Barômetro da Confiança”, nova pesquisa da Eldeman, indica que uma em cada três pessoas não confia nos líderes de sua equipe. Foi possível perceber que a confiança diminui de acordo com a hierarquia da pessoa dentro de seu ambiente de trabalho: 64% dos executivos e 51% dos gerentes confiam em suas organizações. Já o restante dos funcionários se mostram mais desconfiados: 52% não acreditam por completo em seus empregadores. O estudo consultou 33 mil pessoas em 28 países.

Hoje, empresas lutam cada vez mais para reter talentos. Ofertas de benefícios e iniciativas buscando o engajamento do profissional se tornam cada vez mais comuns nesse meio. A pesquisa da Eldeman mostrou que esse ainda não é o caso em muitos empreendimentos. O barômetro revelou lacunas entre o que funcionários pensam ser aspectos válidos para a construção de confiança e o que seus chefes estão realmente fazendo.

Metade das pessoas consultadas acredita que é importante que os CEOs mostrem comportamentos éticos. No entanto, apenas 24% delas afirmaram acreditar que seus líderes estão realmente fazendo isso. O “Barômetro de Confiança” também indica uma lacuna de 27% entre a importância de tratar os empregados com respeito e colocar isso em prática.

Em entrevista para a FastCompany, o autor do estudo, Christopher Hannegan, explica a disparidade entre as expectativas e realidades a respeito das atitudes tomadas por líderes. Para ele, os CEOs não estão se conectando com seus funcionários da forma correta: “Nosso estudo mostra que os empregados querem conhecer seus CEOs de forma mais pessoal, incluindo seus valores.”

Na pesquisa, 80% dos consultados falaram que gostariam de entender melhor os valores pessoais de seus líderes. Além disso, 68% afirmou querer ouvir alguma história de sucesso pessoal de seus empregadores. Hannegan também acredita que as redes sociais podem ser usadas para que esses chefes saibam quais são os desejos de seus profissionais.

Fonte: PEGN

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