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Como os brasileiros estão ganhando dinheiro com o Pokémon GO

Edição: 09/2016

Lançado há duas semanas no Brasil, o jogo Pokémon GO já se tornou uma febre por aqui. É a repetição de uma tendência já vista em outros países: o jogo foi o app mais baixado de diversas regiões do globo durante um bom tempo, gerando mais engajamento entre usuários do que serviços de renome e bem estabelecidos no mercado, como o Twitter.

Diferentemente do que se poderia imaginar, as empresas responsáveis pelo jogo – a desenvolvedora Niantic e a publicadora Nintendo – não são as únicas faturando com o aplicativo.

Já vimos diversos casos de empreendedores dos Estados Unidos que usaram o aplicativo em seus negócios para faturar. Agora, é a vez dos brasileiros: o Pokémon GO virou uma solução tanto para impulsionar o crescimento de negócios já existentes quanto para criar novas empresas, diante do desemprego.

Confira, a seguir, algumas histórias de empreendedores que faturaram com o sucesso do Pokémon GO – e se inspire para usar o aplicativo no seu próprio empreendimento!

Pokéflor

A Esalflores é uma floricultura tradicional de Curitiba. Seu dono, Bruno Esperança, trabalha no ramo há dez anos.

Ele notou que poderia usar o Pokémon GO para seu negócio quando percebeu que o aplicativo havia conquistado brasileiros de todas as idades. “Meu irmão e meu filho são fissurados no jogo, sendo que um tem 28 e o outro tem 6 anos de idade”, conta Esperança. “É uma ferramenta que movimenta todo mundo. Por isso, pensamos em como potencializar isso para nossa própria loja.”

O empreendedor diz que o segredo não é usar o Pokémon GO em si, e sim ficar de olho naquilo que interessa o seu consumidor. “Já vi muitas floriculturas fecharem porque continuam fazendo o mesmo. Nós estamos sempre atentos para transformar novidades em possíveis ações para nosso negócio.”

Aproveitando o jogo, a floricultura fez uma ação de marketing, divulgada no Facebook e no Instagram que durou quatro dias. Os clientes que fossem até a Esalflores e mostrassem que capturaram um Pokémon que remetesse à natureza ganhariam uma planta de graça: o brinde era uma flor-da-fortuna (kalanchoe, vista nas fotos acima) ou uma suculenta (uma espécie de cacto mais delicado).

A promoção aconteceu na semana de lançamento do Pokémon GO no Brasil. No primeiro dia, o negócio disponibilizou 20 plantas para troca – mas o estoque acabou rápido. Durante os quatro dias de oferta, mais de 100 adultos e crianças fizeram a troca de pokémon por plantas. “Ampliamos a quantidade porque vimos que é um investimento que retorna um dia”, conta Esperança.

O objetivo não era gerar vendas no curto prazo: afinal, o brinde era gratuito. “Nosso grande objetivo foi conquistar um potencial cliente. Ou seja, fazer com que ele lembre da nossa marca quando precisar dar um presente no dia dos namorados, quando for casar ou quando plantar algo em casa. O cliente entra em nossa loja e pode explorar o que oferecemos – teve gente que levou os filhos e aproveitou para passear pela floricultura.”

Ao todo, o custo da ação foi cerca de 130 reais. “Foi uma oportunidade de fazer uma ação de baixo custo. Em um outdoor, gastaríamos bem mais, por exemplo.”

Agora, a Esalflores espera que o Pokémon GO libere mais recursos voltados para empresas que queiram fazer ações de marketing vinculadas ao jogo. Quando houver mais informações, a floricultura irá estudar mais investimentos.

Fonte: Exame PME

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