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Inadimplência cresce 8,2% em maio e preocupa empresários

Edição: 05/2011

O aumento da inadimplência do consumidor - em maio, cresceu 8,2%, segundo dado divulgado pela Serasa Experian na terça-feira dia 14 de junho - preocupa os empresários. Além de sofrer com a falta de pagamento de algumas dívidas, eles começam a amargar outra consequência: redução nas vendas. A explicação dos clientes é que eles precisam primeiro quitar as dívidas antigas, para depois continuar comprando e contrair outras.

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou alta de 8,2% em maio no comparativo com abril. Já em relação a maio do ano passado, o indicador subiu 21,7%. Segundo nota divulgada pela Serasa Experian, “a elevação dos juros e as medidas de restrição ao crédito para controle da inflação intensificaram a evolução da inadimplência do consumidor”. De acordo com a nota divulgada pela Serasa, os gastos com os Dias das Mães, “com dívidas acima da capacidade de pagamento, agravaram a situação dos consumidores.”

A redução da atividade econômica varejista foi constatada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume de vendas no varejo caiu 0,2% entre abril e março deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada na sexta-feira dia 10. A redução, apesar de pequena, pôs fim a uma trajetória de 11 meses de crescimento nas vendas do comércio.

O endividamento dos consumidores contaminou as vendas da empreendedora individual brasiliense Valdeci Apóstolo dos Santos, de 48 anos. Formalizada desde novembro do ano passado, quando começou a vender roupas femininas por conta própria na capital federal, ela está vivendo os piores dias de sua atividade comercial. Desde o início de junho, ela não comercializou nenhuma peça de roupa. Em maio foram apenas quatro. A culpa, segundo ela, é do elevado grau de endividamento de suas clientes.

“As pessoas dizem que estão pagando suas dívidas e que não querem adquirir outras neste momento. Elas estão preocupadas em não dever mais nada a ninguém. As que ainda têm parcelas a vender de compras feitas comigo esperam acabar de pagar para comprar de novo. Este está sendo um momento ruim e a culpa, pelo jeito, é da inadimplência elevada”, conta Valdeci, que vende as roupas pelas redes sociais e em visitas às casas das clientes.

Fonte: http://www.agenciasebrae.com.br/

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