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Seis de cada dez famílias estão endividadas, mostra CNC

Edição: 08/2011

O percentual de famílias com dívidas no cheque pré-datado, cartões de crédito, carnês de loja, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros alcançou 63,5% em julho de 2011, recuando em relação aos 64,1% observados em junho. Os números fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), nesta quarta-feira (20/7).

A pesquisa também mostra que o percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso alcançou 23,7% em julho, patamar acima dos 23,3% do mês anterior. Apesar do aumento, a percepção em relação à capacidade de pagamento melhorou, e o percentual de entrevistados que declarou não ter condições de pagar seus débitos em atraso recuou de 8,4% em junho para 8,1% em julho.

Mesmo com o recuo do percentual de famílias endividadas, a parcela que tem percepção de endividamento muito alto voltou a subir em julho, alcançando 17,8%, o maior nível da série histórica iniciada em janeiro de 2010. Em julho de 2010, o percentual de famílias que havia declarado estar muito endividado era de 14,8%. Ainda na comparação com o mesmo período do ano passado, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 20,5% para 22,9%, e a parcela pouco endividada alcançou 22,7% do total dos endividados contra 22,5% em julho de 2010.

Dentre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 60,4 dias em julho de 2011, inferior aos 61,4 dias de julho de 2010. O tempo médio de comprometimento com dívidas, dentre as famílias endividadas, foi de 6,8 meses, sendo que 25,2% das famílias endividadas estão comprometidas com dívidas até três meses e 29,4% por mais de um ano. Ainda entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas recuou na comparação anual, passando de 30,3% para 29,6% no mês corrente.

O cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 75,9% das famílias endividadas, seguido por carnês, para 21,8% e, em terceiro, o financiamento de carro, para 10,7%. Para as famílias de renda até 10 salários mínimos, o cartão de crédito, por 75,9%, o carnê, por 22,7%, e o crédito pessoal, por 10,1%, são os principais tipos de dívida apontados. Já para famílias de renda acima de 10 salários mínimos, os principais tipos de dívidas apontados em julho foram: cartão de crédito, para 74,7% das famílias, financiamento de carro, para 24,3%, e carnês, para 15%.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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