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Busca por crédito caiu 11,2%

Edição: 06/2012

A busca do consumidor por crédito caiu 11,2% em abril na comparação com março, resultado que contribuiu para o primeiro quadrimestre fechar em queda de 7,6% ante o mesmo período do ano passado, com o pior nível em termos de demanda desde 2008, informou nesta terça-feira a Serasa Experian. Em relação a abril de 2011, o Indicador da Demanda do Consumidor por Crédito recuou 9,8%, a sexta queda consecutiva na comparação anual.

A demanda por crédito recuou em todas as faixas de renda pesquisadas. No entanto, a queda foi um pouco maior entre os consumidores com maior renda. Entre os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 mensais, houve diminuição de 12,5% na procura por crédito em abril ante março. Entre os que recebem de R$ 2.000 a R$ 5.000, a variação negativa foi de 12,3% no período. Consumidores com salários acima de R$ 10.000 diminuíram a procura por crédito em 11,8% em abril na comparação com março.

Na faixa de renda que compreende vencimentos entre R$ 1.000 e R$ 2.000, o recuo foi de 11,8% em abril ante o mês anterior. Entre os que recebem de R$ 500 a R$ 1.000, a queda foi de 10,7% e entre aqueles que possuem salário abaixo de R$ 500 a demanda caiu 9,1%. Os consumidores dessa faixa de renda menor, porém, foram os únicos que apresentaram avanço na busca por crédito no quadrimestre, com leve alta acumulada de 1,6% frente ao mesmo período de 2011.



Na comparação entre regiões do País, a maior queda em abril ante março ocorreu no Sul (-15%) e a menor, no Norte (-6%). Na comparação do acumulado do ano sobre o mesmo período de 2011, o Sul também lidera as quedas (-9,4%) e o Norte segue com as menores variações negativas na demanda por crédito (-1,3%).

Para a Serasa Experian, o recuo do indicador é explicado pelo aumento da inadimplência verificado desde o início do ano passado, o que leva os consumidores a dar prioridade à quitação das dívidas em atraso. "Além disso, com inadimplência mais elevada aumenta o rigor na aprovação de novos créditos, o que também contribui para desestimular o consumidor na busca por novos financiamentos", afirma a empresa, em nota distribuída hoje à imprensa.


Fonte
Pequenas Empresas Grandes Negócios

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