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Os desafios e as forças de uma geração hiperconectada

Edição: 10/2012

 Uma geração de distraídos que não conseguem ficar 5 minutos sem olhar o celular e checar as redes sociais. Assim Gil Giardelli, 38 anos, CEO da companhia de tendências Gaia e professor da ESPM, descreveu a juventude que lotou o Centro de Convenções do Senac Santo Amaro, em São Paulo, durante a sexta edição brasileira do Fórum de Liderança Youth to Business.



Giardelli puxou a discussão durante o painel “Talentos Conectados: A Nova Geração Global”, realizado pela associação mundial de estudantes Aiesec no Brasil. O evento reuniu cerca de 700 jovens com idade entre 18 e 24 anos de diferentes regiões do país. “A sociedade em rede ainda está na infância, por isso em alguns momentos as discussões nas redes sociais parecem uma luta de MMA”, completou o professor.

No palco, o fundador da consultoria em gestão executiva Amana Key, Oscar Motomura, lembrou que “a distração” não é exclusividade da chamada geração Y. “Distraídos e pessoas que ficam apenas no superficial estão presentes em todas as gerações. Faz parte da curva normal”, disse o consultor.

O engenheiro ambiental Eduardo Medeiros, 27 anos, empreendedor e fundador da empresa de guitarras ecológicas Echo Music, chamou a atenção para o papel importante que as redes sociais desempenham na troca de informação. “As redes têm de ser encaradas como amplificadoras do seu conhecimento, e não da sua alienação”, disse. De acordo com ele, o espaço foi importante no processo de elaboração do projeto da sua empresa.

Redes sociais: uma nova maneira de se conectar
Marina Silva, liderança do Partido Verde (PV), opinou que os meios não devem ser satanizados ou sacralizados. “A rede social e a internet devem ser vistas como a possibilidade de construir a própria audiência. É uma ferramenta que está ajudando a democratizar a nova democracia”, disse. Ela relatou a experiência do uso dos meios durante a campanha à presidência da República em 2010. Para Marina, as redes sociais e a internet possibilitam que os sujeitos deixem o papel de espectador e passem a ser protagonistas. Mas, para que haja mudança, é preciso que o engajamento saia do mundo dos bits para o real.

De acordo com Giardelli, as amenidades, como futebol e entretenimento, são legais, mas as redes sociais possibilitam a troca de informações importantes e o canal não pode ser desperdiçado. “Vocês são o que vocês compartilham”, afirmou.

Fonte
PEGN

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