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O boom das microfranquias

Edição: 04/2013

Para essas pessoas, as microfranquias se tornaram a melhor opção, já que exigem investimento inicial baixo, de R$ 10 mil a R$ 50 mil, e garantem retorno rápido e um bom faturamento mensal aos franqueados.

O Brasil vive o boom das microfranquias há cinco anos e 2012 promete ser ainda mais promissor para o segmento. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que em 2011 o número de microfranquias passou de 213 para 336. Elas representam 17% do total de marcas e 4% do faturamento do segmento, que, no ano passado, foi de R$ 3,7 bilhões.



A vice-presidente da ABF, Maria Cristina Franco, diz que o crescimento é sustentável e acompanha a economia do País. “O surgimento das microfranquias aconteceu como resposta ao novo momento econômico do Brasil, que viu surgir uma nova classe média e uma sociedade com maior poder de consumo nas classes C e D.”

Existem hoje no Brasil 260 redes de microfranquias, que possuem pouco mais de 12 mil unidades espalhadas pelo País. Mais de a metade das marcas, 54%, estão localizadas no estado de São Paulo. O Paraná ocupa o segundo lugar no ranking, com 28 marcas, o que lhe garante 11% de participação no mercado.

Educação e treinamento são as áreas de atuação mais comuns (25%); beleza, saúde e produtos naturais (16%); seguido de negócios, serviços e conveniência (11%). Cosméticos e perfumaria correspondem a 9% do total de unidades de microfranquias, alimentação e serviços automotivos 7%, escolas de idiomas 6% e limpeza e conservação 5%.

O mercado divide o setor de franchising em franquias e microfranquias. A diferença entre elas está apenas no valor do investimento. Enquanto as microfranquias exigem, no máximo, R$ 50 mil de aplicação financeira inicial, as franquias podem chegar a centenas de reais, dependendo da marca.
Maria Cristina explica que, independente de serem pequenas, as microfranquias estão sujeitas, assim como as franquias, às determinações da Lei nº 8.955/94, chamada de Lei das Franquias Empresariais.

A microfranquia funciona como uma parceria onde o proprietário de um negócio disponibiliza para pessoas interessadas o uso de sua marca comercial, além de todo o seu know-how e tecnologia para o negócio. Em alguns casos, os franqueadores chegam a fornecer os produtos que serão comercializados pelos franqueados.

A vice-presidente da ABF diz que, embora as microfranquias sejam a “bola da vez” na economia, os interessados devem tomar alguns cuidados antes de adquirir uma. A primeira orientação é não comprar por impulso; se identificar com o negócio e gostar muito do que vai fazer; ter consciência que o capital investido é reservado e que não deverá ser usado para despesas pessoais; ter suporte de um advogado para verificar a documentação da empresa e avaliar a visibilidade da marca.

(Este texto foi produzido pela jornalista Adriana Bonn para a 13ª edição da Revista Soluções, publicação do Sebrae/PR. Para conferir essa e outras matérias, clique aqui e baixe a Revista Soluções.)

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Comentários (1)

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Estou justamente pesquisando franquias desde o mês passado. Gostaria de saber como o Sebrae se envolve e dá consultoria no caso das franquias.
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