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Leitores sugerem menos impostos e desburocratização para abertura de empresas

Edição: 04/2013

Desburocratização para formalização de empresas e carga tributária mais baixa são algumas das ações sugeridas pelos leitores do Estadão PME para a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, criada pela presidente Dilma Rousseff. O novo ministério assumirá as competências referentes à microempresa, empresa de pequeno porte e artesanato.

Para João Carlos Cazu, a primeira providencia deve ser a desoneração da folha de pagamento para as micro empresas. "Hoje o custo da mão de obra é significativo nos orçamentos das micro empresas. Sem tanta carga na folha, as empresas poderiam empregar muito mais pessoas", afirmou.



Já Marcelo Saldanha defende que a secretaria deve trabalhar em cima da desburocratização para formalização de empresas. "Hoje muitos pequenos empresário desistem de abrir um negócio ou de ampliar, devido as muitas burocracias que o Brasil possui. O registro de uma marca e patente, por exemplo, demora cerca de um mês. Iso muita das vezes desanima os empresários", disse.

Na avaliação de Antônio Santana, a secretaria poderia criar dentro dos bancos públicos uma linha para ajudar a empresa a resolver problemas do seu endividamento, ou seja, um canal de renegociação geral e não individual, por meio de um plano de equilíbrio entre valor a pagar e valor faturado.

Santana ainda elogiou a sugestão do presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Gustavo Caetano, para a criação de um regime tributário diferenciado para essas empresas por um período de dois anos. Diante da opinião de Caetano, Santana sugere que no caso de problemas adquiridos nesses dois primeiros anos, a empresa poderia utilizar-se da primeira ideia e continuar a desfrutar das alíquotas menores numa tentativa definitiva do seu negócio vingar. "Ela poderia ficar incubada dentro do Sebrae com objetivo de ao final estar pronta definitivamente para seguir adiante", completou.

A sugestão de Grimalde Carvalho é baixar a carga tributária das micro e pequenas empresas. E Rogerio Wink disse que a secretaria poderia criar um fundo de crédito para os empreendedores. "É muito complicado conseguir financiamento bancário para quem está começando uma atividade empreendedora no Brasil", pontuou.

Fonte
Estadão PME
 

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