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Comércio eletrônico é estratégia para pequenos negócios

Edição: 08/2013

Os smartphones e tablets impulsionaram o acesso à banda larga móvel no Brasil. De acordo com pesquisa recente divulgada pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) em março deste ano, houve um crescimento de 54% em acessos móveis se comparado com o mesmo período em 2012. Considerando os acessos fixos e móveis, a banda larga no Brasil totalizou 93,6 milhões de conexões em março, aumento de 43% sobre o mesmo período do ano passado. E se até os anos 1990 as pessoas usavam câmeras analógicas para registrarem momentos e se deslocavam até lojas físicas para revelar suas fotos, hoje elas fotografam por celular e enviam as imagens imediatamente por Bluetooth para sua rede de contatos. Em menos de cinco minutos, as fotos são compartilhadas por meio das redes sociais, que ganham cada vez mais adeptos em decorrência da expansão da banda larga.



A tecnologia impulsiona a mudança de comportamento dos consumidores, cada vez mais interativos na sociedade com a ajuda das mídias sociais. Além de alterar a dinâmica das relações humanas, as redes sociais modificam também o modelo dos negócios e as estratégias de marketing das empresas, que precisam ingressar na plataforma virtual para se destacarem no mundo dos negócios. Para Gil Giardelli, especialista em cultura digital e um dos palestrantes do Seminário Desafios do Crescimento, promovido pelo Sebrae no Paraná em Londrina no mês de julho, todos os negócios estão em rede e a colaboração humana é o maior ativo de qualquer empresa. “Em décadas passadas, o cliente estava em primeiro lugar, depois foi a vez do produto e, hoje, são os valores que estão no topo. Estamos vivendo a era da generosidade coletiva”, observa.

Sobre as oportunidades para as micro e pequenas empresas na sociedade em rede, o especialista frisa que hoje é possível deixar uma loja 24 horas aberta e utilizar a conectividade para vender para qualquer parte do mundo. “Vivemos a era da aldeia global, na qual o negócio é entrar na rede, ter um bom serviço e se comunicar para vender”, destaca. De acordo com a consultora do Sebrae no Paraná, Simone Millan, a tecnologia é algo presente e que está modificando as relações humanas pelo saber, conhecimento e mercado. “Nesse cenário, as redes sociais se transformam em verdadeiras vitrines interativas, em que os consumidores avaliam, em forma de comentários, os produtos e serviços”, destaca.

A consultora acrescenta que as empresas de pequeno porte precisam ingressar no mercado digital para se manterem competitivas e não perderem espaço para a concorrência, que hoje é global. “Nossos concorrentes não são somente nossos vizinhos, eles podem estar do outro lado do mundo. A Era da aldeia global exige que os empresários façam parte da rede, tenham um bom serviço e saibam utilizar a plataforma virtual para se comunicar bem com os clientes”, avalia Simone Millan.


Fonte
Pequenas Empresas & Grandes Negócios

 

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