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Grandes mudanças não são rupturas, mas sim continuidade

Edição: 09/2013

- “Sabe, Rogério, estamos vivendo aqui um momento de transição”.

Esta é a frase que escuto de 100% das empresas. E quando meus interlocutores descrevem seu contexto fico com a sensação de que tal transição iniciou-se mais ou menos na fundação da empresa e perdura até os dias atuais.




E é isso mesmo: indivíduos e organizações se movem a todo instante. Nada está parado. Tudo é transição, tudo está em permanente transformação. Algumas transições são triviais, quase rotineiras. Outras, impactantes e decisivas, às vezes associadas a perdas.

Não é sem motivos que a competência da adaptabilidade está entre as vedetes nas empresas mais bem sucedidas. Flexibilidade e capacidade para atuar em contextos complexos são atributos mais do que desejados: são essenciais.

Mas a realidade é que lidamos mal com mudanças. Organizações e seus líderes têm alto nível de imunidade à mudança. E o que é pior: se autoconhecimento não é marca registrada do time, seus indivíduos sequer se dão conta dos próprios pontos cegos. Há, dessa forma, poucos investimentos que valem tanto a pena quanto aqueles que desenvolvem na liderança seu nível de consciência e sua aptidão para navegar em ambientes marcados por instabilidade, incerteza, ambiguidade, polaridade e vulnerabilidade.

Não dá para contar – sequer para prever – quantas mudanças enfrentaremos em nossas vidas e carreiras. Tampouco é possível contabilizar por quantas transformações uma organização passará.
E a experiência de viver mudanças e transições enseja uma lógica contra-intuitiva: mudamos para preservar nossa essência. Mudamos – nós e nossas organizações – para nos tornar cada vez mais a realidade concreta da imagem guardada em nossas mentes e corações. Nossas transformações são idealmente o caminho por meio do qual fazemos das mudanças oportunidades para “continuar”, e não “romper”, pois operam como veículos que fortalecem nossos mais significativos valores e propósitos. E quando navegamos em nosso chamado, mesmo as transformações mais relevantes guardam a sensação de continuidade, e não de ruptura. Mudamos para manter a rota, para permanecer em fluxo.

Compreender esta lógica paradoxal é chave – e será cada vez mais.

Fonte
Endeavor Brasil

 

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Comentários (1)

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Estou vivendo exatamente essa situação. depois de trabalhar 20 anos como autônomo, sem nenhum vínculo ou papel assinado, rompi com tudo isso e me tornei um mei. estou me estruturando e acredito que na metade do próximo ano me tornarei um micro empresário. obrigado pelo texto.
-
Olá Roberto, boa tarde!

Obrigada por comentar. Parabéns pela conquista, conte sempre com o SEBRAE/PR. 
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