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Empreendedores em busca dos investidores para gerar riquezas

Edição: 10/2013

"A maioria das oportunidades nunca se anuncia com trombetas e confetes. São facilmente perdidas ou erroneamente captadas. Outras podem nos assustar, enquanto se apresentam. E nenhuma oportunidade chega com 110% de garantia de retorno financeiro".

Mas tranquiliza no final da sentença: "As oportunidades geralmente se apresentam como possibilidades de melhorar algo que outras pessoas já estão fazendo", diz. Baixe o livreto de graça aqui.

E a principal exigência que deverá complementar sua expertise, conhecimento do mercado, disposição de trabalho e algum capital é a imaginação, a exemplo do que aconteceu com Nikola Tesla, nascido na aldeia de Smiljan, Vojna Krajina, no território da atual Croácia.



E que chegou a Nova Iorque sem um tostão no bolso, mas cheio de projetos e com uma imensa capacidade de antecipar o futuro, com uma imaginação que se provou fertilíssima e capaz de ajudá-lo a superar imensas dificuldades.

Além disso, o novo empreendedor recém-chegado a Nova Iorque combinou a criatividade, com a persistência e o foco nos objetivos a serem alcançados e se tornou o self-made empresário e engenheiro Nikola Tesla.

E ajudou a acelerar com suas patentes e contribuições a segunda etapa da revolução industrial, com invenções como o rádio, o telégrafo e, principalmente, a distribuição de energia elétrica (através de corrente alternada) para longas distâncias.

Segundo a Wikipedia, as patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência elétrica em corrente alternada (AC), incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial.

Brasileiros que não desistem nunca
Como brasileiros, somos criativos (portanto, cheios de imaginação) e não desistimos nunca. Um Nikola Tesla pulsa no coração de cada empreendedor brasileiro.

E segundo uma recente pesquisa "Perfil dos Empreendedores Brasileiros", realizada pela Endeavour, em parceria com o Ibope, "76% dos brasileiros prefeririam ter um negócio próprio a ser empregado ou funcionário de terceiros".

É a segunda maior taxa do mundo, somente atrás da Turquia. E mais, empreender é considerado um meio de alcançar mais prazer, autonomia e realização.

Quase 90% dos brasileiros acreditam que "empreendedores são geradores de empregos" e praticamente todos concordam que "ter um negócio próprio é assumir responsabilidades" e "colocar a mão na massa".

Tantos grãos bons buscam o solo adequado para germinarem novas riquezas. Talvez falte a irrigação capitalista adequada, que permitiu a Nikola Tesla e outros grandes empreendedores norte-americanos do início do Século 20, como Henry Ford e George Westinghouse a deixarem seus legados que ainda geram riquezas mundiais nos dias atuais.

É o que percebemos na recriação do ambiente em que Tesla e outros grandes empreendedores emergiram e que ajudaram a construir o século 20. A cada etapa de desenvolvimento dos projetos, com seus sonhos e pesadelos, lá estavam as propostas sendo apresentadas para investidores e banqueiros como J.P. Morgan.

E sempre presentes as discussões acaloradas dos empreendedores com seus investidores, sempre exigentes, mas sempre dispostos a apoiar novas ideias que pudessem significar (como significaram) grandes avanços econômicos. Com imensos e prolongados retornos financeiros.

Porque, no caso brasileiro, basta ter um pouquinho de imaginação e vamos descobrir que não vale a pena assumir os enormes riscos de quaisquer empreendimentos sem investidores culturalmente dispostos a compartilhar riscos e ganhos com os empreendedores.

Porque, como me explica Victor José Hohl, ex-economista do Banco Central que me ajuda a produzir o Blog Autoconsciência Financeira, antes de arriscar a colocar capital em novos empreendimentos, os investidores brasileiros são atraídos por aplicações financeiras que, apesar de conter riscos, exigem muito menos dor de cabeça.

É muito mais adequado aplicar nos mercados financeiros do que investir na geração de novas riquezas, me explica o ex-economista do Banco Central.

"Investir é assumir o risco conjunto por toda a cadeia produtiva, desde o projeto à venda final, de assimilar e entender as propostas dos empreendedores, de ajudá-los a monitorar as possibilidades de redução de custos no momento essencial de se investir em setores muitas vezes desconhecidos para o empresário iniciante", me conta Victor José Hohl.

"E de apostar a longo prazo em aventuras que podem gerar imensos ganhos, sem perder a consciência dos riscos assumidos ao longo da maturação do negócio", completa Victor José Hohl.
Em vez disso, os investidores com disponibilidade de capital no Brasil são atraídos para conversas com seus gerentes de bancos ou com suas corretoras. Que os mantêm, enquanto capitalistas, presos ao viciante retorno das aplicações financeiras.

E abandonam os empreendedores que têm como principal fonte geradora de novas riquezas, a determinação e imaginação.

Imaginação e determinação que ainda não encontram ambientes adequados para germinar novas riquezas e que obrigam os empreendedores brasileiros, muitas vezes, a trilhar solitariamente suas aventuras.

Ampliando os riscos de sucesso de seus negócios e mesmo quando conseguem sobreviver, o fazem com pouca alavancagem que dificulta o acesso a um estágio competitivo de padrão internacional.

"Eis aí uma imensa oportunidade para os verdadeiros capitalistas e investidores, que aos poucos surgirão no Brasil, caso os juros venham mesmo a cair em termos reais e as aplicações financeiras se tornem menos atrativas", finaliza Victor José Hohl.

Fonte
UOL Economia

 

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Comentários (1)

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Bem tenho uma empresa de limpeza e conservação , que montei com recursos próprios, mas por não conseguir investimento já estou pensando em fechar as portas, hoje minha empresa esta totalmente no vermelho, sei que ela tem possibilidade de vir a ser um grande empreendimento mas se manter no mercado brasileiro não é facil, ja abri muitas frentes de trabalho, ja recorri a varias instituições, mas sempre é a mesma resposta, ela é nova, ouço muito falar no BNDES mas para mim é propaganda enganosa pois eles nos oferece poucas possibilidades principalmente uma empresa como a minha que fez um ano no mercado e ainda tem pouco giro para as exigências deles. hoje vejo que não valeu a pena investir tanto para a fora esta fechando as portas e ficando com as dividas.
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Olá Claudete, boa tarde!

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